Aula-show

Esqueci de comentar que ontem tentei assistir a “aula” do Miguel Falabella no SESI, mas fiquei com medo de não ter mais lugares depois de conversar com a Lua… Resultado: assisti de casa mesmo (O steam foi aqui, mas não sei se ainda funciona).
Tudo muito legal (embora não fosse uma aula de verdade, mas a “aula inaugural do Técnico em Teatro Musical”), especialmente descobrir que eles selecionaram 64 alunos de um universo de 1000 candidatos, que o curso terá 3 anos de duração — e formará o futuro do teatro musical brasileiro — e é de graça, principalmente para pessoas carentes! Como se não bastasse, ainda apresentaram uns 10 números de espetáculos que passaram pelo Brasil desde 2000 (diga-se de passagem: excelentes)!
Mesmo que o SESI seja mercenário e só esteja fazendo marketing positivo pra si próprio, acho que este tipo de ação positiva tem muito mais impacto em mim do que algum comercial babaca. Afinal, não acho injusto que eles lucrem com isso, contanto que continuem ajudando o próximo e promovendo a cultura!
Empresas (que provavelmente não se importam muito com o que o John Doe aqui diz), fica a dica: invistam em ajudar o próximo que muita gente pode pensar como eu e sempre se lembrar de vocês por coisas bacanas que fizerem!
 miguel_falabella_-_divulgacao
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Meu primeiro poema

Por que se vive a vida e a vida não é vivida?
O bicho vive à vida, não escolhe viver a vida
Você e eu vivemos por escolha.
Se decidisse não mais viver a vida,
Bastaria a vida não mais viver.
A vida que vive no bicho não é vida vivida
É vida instintiva
Já O Bicho, estamos à mercê da consciência
Viva o livre arbítrio!
Até a vida imposta –
Fome
Guerra
Doença
Sociedade
Religião
– é vida quista
Nem sempre bem, mas escolhida.
Se assim não fosse,
Por que viver a vida?

(MESMO, Eu. 3 de outubro de 2013. São Paulo. Editora: AcabeideAcordar)

Milagre para os descontrolados!

Graças a Deus pelo Strict Workflow!

O que é: um app do Chrome que bloqueia alguns sites que tiram a concentração durante o trabalho. A configuração padrão é trabalha 25, folga 5. Achei excelente.

O legal é que é personalizável: se a coisa aperta, você pode mudar.

Estou tentando o fluxo da Suzana (sócia) hoje: trabalha 50, folga 10.

As únicas coisas que não são perfeitas (ou eu estou fazendo algo errado) é que às vezes parece que ele não é automático e eu tenho que apertar de novo E que o modo anônimo fica livre, aí vc também tem que lembrar de bloquear lá, senão você burla.

Recomendo pra todo mundo que tá tendo problemas de se autodisciplinar!

Update:

Melhor configuração do Strict Workflow PRA MIM: 55/5. É excelente, eu bloqueio o Face e, mesmo que burle uns minutinhos lendo outras coisas, meu tempo de Facebook fica limitado.
O único problema *ainda* é que tenho que clicar toda vez que for bloqueá-lo. Mesmo assim, já devo ter reduzido em 3/4 meu tempo de Facebook.
Inshalá!

Um cadim de mim

Oi, gente! Não deveria estar aqui agora. Sério!

Mas, como minh’alma anseia por coisas maiores do que a revisão de milhares e milhares de palavras pra daqui a pouco, vim falar de mim!

E, como bom leonino que sou, não tenho nenhum problema com isso. Verdade. Gosto de falar de mim, das coisas que penso e acho que sou ótimo pra resolver grandes questões da vida. Alheia, claro.

Aliando esse egocentrismo com uma dica ótima do meu camarada Ronaldão — a quem admiro pela escrita e poder de síntese  (e que, outro dia desse ano, me recomendou “cara, acho que você deveria escrever algo pra si, pra praticar e pra se expressar. Tenta, você vai ver como faz bem”) — e a vontade de falar do que quero, quando quero e do jeito que quero, pensei: OK, por que não criar o bendito do blog?

Eu
Pouco leonino, nem gosta de falar de si.

Voilà, blog criado.

Ah sim, o post era pra ser de mim, não mais o blog, né.

Voltando à vaca fria…

Pessoa racionalmente emotiva (ou emocionalmente racional?), megalomaniacamente humilde, tarada por neologismos inteligentes (não embromations toscos), adorador de doces e felinos,  sou um exímio tomador de decisões da vida dos outros — sempre que assim desejado (ou não, como podem atestar seus queridos amigos Amanda, Juliano, Luciano, Fernando), reconhecido por ser “Madre Tereza de Calcutá” (copyrights by Su), com instinto maternal para com meus amados (como já disse o Marcello e a Ana Paula) e primordialmente orgulhoso por se achar uma pessoa boa (como sabe o Henrique)!

Pra fechar esse post de confusão mental louca, devo incluir que sou absolutamente feliz por poder trabalhar com minha maior paixão da vida: a (danada da) tradução e por ser um azarado em várias coisas, mas extremamente sortudo por ter SÓ as melhores pessoas do mundo como amigas, colegas, divas, ídolos e “ídalas”, fontes de inspiração e saber.

Verdade seja dita: posso conhecer gente que se odeia, mas que, por algum motivo, tem em comum gostar de mim. E isso, pra mim, não tem preço.

Beijos, sociedade!